[eu sou poeta e não aprendi a amar]
certa vez uma caneta escreveu um belo texto, desses meio épicos, ambientado na era medieval, com princesa, príncipes, reis, servos, contando histórias de amor e de busca da liberdade.
mas o que a caneta tinha escrito, o álcool que se derramou pelo que leu acabou apagando tudo...
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podia ser "o lápis" e "a borracha", e todos se lembram de onde veio a idéia: "o que o lápis escreveu, a borracha apagou."
té mais!
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